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Converted by Falcon Hive

Não sei por qual motivo, mas todos os professores de português "louvam" os grandes escritores por suas características únicas e inovadoras. O problema destes, para nós alunos, é a difícil compreensão na hora da leitura. Só!
Mas por que será que eles são/eram tão valorizados? Porque eles eram únicos. Diferentes. Totalmente fora do comum do que até então já existia.
Estou escrevendo este texto para falar que sim, eles são bons. Mas pra ressaltar também que ninguém é perfeito e que todos temos erros. O erro de "O Cortiço" é a obra ser de fácil entendimento para quem a escreve e de forçar o pensamento para quem quer entendê-la. Bom... não é um crime escrever "boninho". Mas no nosso século isso já não é mais necessário. Se a língua está em constante evolução e mudança, isso passa a ser desnecessário. Então por que conservar os "fantasmas do nosso passado" se estamos em evolução? Simples: história. Eles fizeram história.
Acho que a escrita daquela época é difícil para nós que vivemos no mundo contemporâneo e estamos sempre acostumados com termos modernos. É por este caso também, que sou completamente a favor da "reformulação" e criação de novas edições destes livros de escritas difíceis e chatas.

Você concorda comigo?



Necessidade, fatalidade, determinismo significam que não há lugar para a liberdade, porque o curso das coisas e de nossas vidas já está fixado, sem que nele possamos intervir. Contingência e acaso significam que não há lugar para a liberdade, porque não há curso algum das coisas e de nossas vidas sobre o qual pudéssemos intervir. Tomemos um exemplo da necessidade oposta à liberdade.

Não escolhi nascer numa determinada época, num determinado país, numa determinada família, com um corpo determinado. As condições de meu nascimento e da minha vida fazem de mim aquilo que sou e minhas ações, meus desejos, meus sentimentos, minhas intenções, minhas condutas resultam dessas condições, nada restando a mim senão obedecê-las. Como dizer que sou livre e responsável?

Se, por exemplo, nasci negra, mulher, numa família pobre, numa sociedade racista, machista e classista, que me discrimina racial, sexual e socialmente, que me impede o acesso à escola e a um trabalho bem remunerado, que me proíbe a entrada em certos lugares, que me interdita amar quem não for da mesma “raça” e classe social, como dizer que eu sou livre para viver, sentir, pensar e agir de uma maneira que não escolhi, mas foi-me imposta?

Examinemos mais de perto esse caso mencionado. Negra, mulher, pobre, numa sociedade racista, machista, classista - parece que nada posso fazer. A porta está fechada e a luz apagada. Porém, nada estará no poder de minha liberdade? Terei que gostar do escuro e permanecer com a porta fechada? Se a ética afirmar que a discriminação étnica, sexual e de classe é imoral (isto é, violenta), se eu tiver consciência disso, nada farei? Serei impotente para lutar livremente contra tal situação? Mantendo-me resignada, confirmada, passiva e omissa não estarei fazendo da necessidade uma desculpa, um álibi para não agir? O mundo espera que corremos atrás de nossos objetivos, meus leitores!



A vida é feita de sonhos (e alguns pesadelos). Do que seria a vida se não sonhássemos com o que queremos alcançar? Nada.

Na caminhada denominada vida, eu sonho ALÉM da conta. Sonho demais mesmo! Vou contar alguns sonhos (desejos) pra vocês. Ta?

Não podemos nos acomodar com nossa posição dentro da sociedade, temos sempre que alcançar nossos objetivos independente do grau de dificuldade deles. Meu sonho de gravar um CD não acabou.

Não podemos ficar sentados esperando tudo cair do alto, como nos filmes. Seria muito bom se chovesse dinheiro, mas não chove. Pelo menos para mim nunca choveu. Se chove, é água. E se é água, tem goteira. Meu sonho de ser um cara bem sucedido não acabou.

Não quero/não vou ver a vida passar e as pessoas crescerem sendo que eu não. Luto para meu melhor e o melhor de todos ao meu redor. O mundo acaba em 2012. E daí? Não vou parar de estudar, me profissionalizar e amar por causa de profecias que assustam a sociedade. Meu sonho de fazer o melhor para a sociedade nunca vai morrer.

Conte-me seu sonho, quem sabe não podemos alcança-los juntos...




Conteúdo:
O Medescuro traz a você o meu próprio conteúdo tirado por mim mesmo de uma forma como só eu e @ocriador sabemos.

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Até o momento, eu (@FelipeGabriel) sou o dono, administrador e blogger. Se quiseres fazer parte deste todo mande um e-mail para felipegeg@gmail.com com seus dados.

O nome:
Medescuro é um trocadilho com o jeito caipira de falar não só 'medo de escuro' mas também de outras palavras. O nome também é associado ao escuro, onde não sabemos muito da verdade (luz) que nos é apresentada. Por exemplo: os bastidores de um programa de TV.

Espero que gostem,
Sonhador (Felipe Gabriel)